Nossa mensagem de agradecimento

Gostaríamos de agradecer o empenho e mobilização de todos que participaram da campanha Por Mais Tempo, que visou ampliar o conhecimento da população sobre a doença, bem como debater a necessidade de acesso aos tratamentos mais adequados.

Graças à participação de vocês o tema esteve em pauta na sociedade e engajou milhares de pessoas na mídia, em eventos e redes sociais.

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Obrigada pela sua participação!

As mais de 250.000assinaturas recolhidas serão fundamentais para essa luta que segue.

Petição encerrada!

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BR/HERC/0916/0060

Oportunidade para conscientizar a sociedade sobre o câncer de mama metastático e a importância do acesso
aos tratamentos mais eficazes e personalizados.

Já existem tratamentos que praticamente mudaram a história do câncer de mama metastático. A equipe médica, que antes falava em meses, pode agora considerar anos a mais de vida para as pacientes, graças ao desenvolvimento de novos medicamentos. Mas esses avanços não são para todos.

Tão importante quanto ter novos medicamentos é torná-los disponíveis aos que mais precisam. As mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático precisam receber as terapias específicas para seu tipo de tumor. Essas terapias aumentam a chance de a mulher viver mais e com qualidade de vida.

Toda mulher com câncer de mama metastático precisa ter acesso ao tratamento adequado.

É preciso conscientizar e mobilizar a sociedade brasileira sobre a realidade vivida pelas pacientes com câncer
de mama metastático.

Realizada por Femama, Instituto Oncoguia e Roche, a campanha Por Mais Tempo visa a mostrar à sociedade a realidade enfrentada pelas mulheres com câncer de mama metastático. De forma inédita e colaborativa, unimos nossas forças – ONGs, médicos e indústria – em prol de uma causa legítima e urgente.

A campanha traz uma série de iniciativas que procuram gerar reflexão da população brasileira sobre o câncer de mama metastático, seus tratamentos e também a importância e o significado de ter mais tempo de vida.

No lançamento da campanha, em São Paulo, foi divulgada uma pesquisa exclusiva a respeito da percepção da sociedade sobre essa doença. Uma ampulheta invertida foi exposta para gerar reflexão sobre o ganho de tempo. A campanha conta ainda com uma série de ações online, como minidocumentários que mostram a vida e os desafios de mulheres que enfrentam o câncer de mama metastático. Traz também uma petição que visa a garantir às pacientes o direito de receber os tratamentos mais adequados para sua doença.

Nosso foco é ajudar as mulheres diagnosticadas com câncer de mama metastático a conquistar o direito de viver mais.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo.

O câncer de mama representa 22% dos novos casos de câncer a cada ano1. No mundo, a cada hora, seis novos casos são diagnosticados. Cerca de um quarto das mulheres diagnosticadas têm menos de 50 anos2. Só no Brasil são esperados 57 mil novos casos de câncer de mama em 2015, segundo dados do INCA.

Especificamente sobre o câncer de mama metastático não há estatísticas que demonstrem a dimensão real da doença. Estima-se que cerca de 50% dos casos de câncer de mama sejam diagnosticados já em estágio metastático avançado (estágios 3 e 4) no SUS3. Aproximadamente 30% dos casos evoluem para o estágio metastático4.

Câncer de mama metastático, estágio IV da doença, é a fase em que o tumor atingiu outros órgãos do corpo e os mais frequentemente atingidos são: ossos, pulmões, fígado e cérebro.

Algumas mulheres já são diagnosticadas com câncer de mama metastático, no entanto, o mais comum é que a metástase ocorra meses ou anos após a paciente identificar e tratar o câncer de mama inicial.

1Inca – Instituto Nacional de Câncer. Disponível em http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/mama. Acessado em 18 de maio de 2015
2Estimativas da instituição Susan G. Komen for the Cure
3Dados do relatório do TCU de 2011, disponível em: http://www.sbradioterapia.com.br/pdfs/relatorio-tribuna-contas-uniao.pdf. Acessado em 18 de maio de 2015
4Informações do artigo "Extending Survival with Chemotherapy in MBC", publicado em The Oncologist 2005:10. Disponível em: http://mbcn.org/education/category/most-commonly-used-statistics-for-mbc. Acessado em 18 de maio de 2015

É fundamental que todas as pacientes tenham acesso às medicações aplicáveis ao seu tipo de tumor também
pelo sistema público de saúde.

Os novos tratamentos para enfrentar o câncer de mama metastático são específicos contra o tumor, como a chave para uma fechadura. As terapias-alvo, foco do que hoje é conhecido como medicina personalizada, atacam prioritariamente as células cancerosas, resguardando as saudáveis, e, com isso, minimizando os efeitos colaterais.

Chamamos esses avanços de medicina personalizada, pois levam em conta o tipo de câncer de cada paciente para definir o melhor tratamento. Hoje, podemos oferecer cada vez mais o tratamento certo para cada paciente.

Por sua alta especificidade, essas terapias têm mais eficácia e segurança, proporcionando às pacientes mais tempo de vida com mais qualidade.

Petição

Ministério da Saúde: pela incorporação de novos medicamentos para câncer de mama metastático no Sistema Único de Saúde (SUS)

Aproximadamente 57 mil mulheres serão diagnosticadas com câncer de mama em 2015, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Acrescenta-se a esse quadro o fato de que o tumor pode ser diagnosticado já em estágio avançado, o que acontece com mais de 50% das pacientes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).1 Além disso, estima-se que 30% das pacientes diagnosticadas vão evoluir para o estágio metastático, quando o tumor se espalha pelo corpo.2 Pela gravidade e urgência do problema, é fundamental que as pacientes, uma vez diante de uma doença metastática, recebam os tratamentos mais adequados para seu tipo de tumor. Mas isso não ocorre.

Em muitos casos, os tratamentos oferecidos pelo SUS contemplam apenas a quimioterapia, sem levar em conta a especificidade do tumor de cada paciente. A medicina avançou, e hoje existem terapias personalizadas que atacam diretamente o mecanismo de sobrevivência da célula tumoral, tendo como resultado maior sobrevida da paciente e menos efeitos colaterais. Estamos falando de mais tempo de vida, mas atualmente apenas para aquelas que têm planos de saúde.

Queremos que o País deixe de viver uma dicotomia, em que pacientes atendidas pelo sistema privado recebam o que a medicina tem de mais moderno, enquanto as que dependem do sistema público são tratadas apenas com medicamentos não específicos, tendo como consequência mais efeitos colaterais e, principalmente, menor sobrevida.

A falta de tratamento, entre outros motivos, tem fomentado o aumento nos óbitos por câncer de mama. Entre 1990 e 2010, as mortes por essa doença cresceram 17% entre as brasileiras de 30 a 69 anos.3 O câncer de mama é a principal causa de morte por câncer na população feminina brasileira4, e o estágio metastático corresponde a 90% dos óbitos.5

É necessário que todas as alternativas medicamentosas adequadas estejam disponíveis no SUS, para que os médicos possam prescrever o tratamento mais adequado para suas pacientes.

Tendo em vista esse cenário, vamos pedir, todos juntos, ao Ministério da Saúde a incorporação de medicamentos mais modernos e adequados, que possibilitem às pacientes com câncer de mama metastático um tratamento personalizado para sua doença, garantindo assim mais tempo e mais qualidade de vida.

Por Mais Tempo: um novo olhar sobre o câncer de mama metastático

Uma Campanha Femama, Instituto Oncoguia e Roche

Patrocínio: Roche

1Relatório do Tribunal de Contas da União disponível em: http://www.sbradioterapia.com.br/pdfs/relatorio-tribuna-contas-uniao.pdf
2O'Shaughnessy, J. "Extending Survival with Chemotherapy in MBC" The Oncologist 2005:10
3Pnad 2012 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), disponível em http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/11/29/mortalidade-por-cancer-de-mama-aumenta-167-no-pais-aponta-ibge.htm
4Site do Inca sobre o Controle do Câncer de Mama, disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/acoes_programas/site/home/nobrasil/programa_controle_cancer_mama/conceito_magnitude
5SCHIFF, R.; MASSARWEH, S.; SHOU, J.; OSBORNE, C. “Breast cancer endocrine resistance: how growth factor signaling and estrogen receptor coregulators modulate response”. Clin Cancer Res. 2003 Jan;9(1 Pt 2):447S-54S.

É muito importante dar legitimidade à petição e provar que cada assinatura é válida e representa um cidadão brasileiro.

Isso só acontece quando o nome está atrelado a um documento de identificação (CPF ou RG). Estamos tratando de uma causa relevante, um pedido urgente e sério. Não deixe de apoiar e assinar esta petição. Sua informação é confidencial e não será veiculada.

Assinatura enviada com sucesso!

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